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Correção do Freio Labial
A operação para correção do freio labial denomina-se frenectomia, cuja técnica, como nas demais operações, divide-se em duas fases, uma preliminar e outra cirúrgica.
 
A fase preliminar consiste nos mesmos cuidados já descritos para as pequenas intervenções buco-maxilares: preparo da boca (campo operatório, cuidados antissépticos, etc.) e anestesia (infiltração periférica).

A fase cirúrgica, ou seja, a operação propriamente dita, consiste nos seguintes tempos: incisão, frenectomia, e sutura.

Incisão – O método que costumamos utilizar é bastante simples e consiste em praticar primeiramente duas incisões ao longo da brida formada pelo freio labial, convergindo ambas para a linha mediana de maneira que a extremidade inferior, entre os incisivos, elas são paralelas e quase se tocam. Nas extremidades superiores essas incisões se prolongam com mais duas pequenas que se dirigem para cima, em direção à extremidade superior do freio, de maneira a dar ao retalho assim delimitado a forma de um losango alongado.

Mead preconiza uma incisão diferente, de forma elíptica, com a curvatura para baixo, no extremo superior do freio, ou seja, no fundo-de-saco gengivolabial; fazem-se a seguir duas incisões que, partindo da primeira, dirigem-se para baixo, acompanhando cada lado do freio e unindo-se na extremidade inferior do mesmo.

Frenectomia – A incisão deve permitir a remoção de um retalho de mucosa e com esse retalho o freio será também totalmente removido. Feitas essas incisões, o retalho compreendido entre elas é deslocado do osso com rugina ou afastador de periósteo, sendo então removida essa pequena parte em forma de estreita fita, com a amputação desse retalho serão também destruidas as inserções do freio.

Quando a intervenção é feita para fins ortodônticos, porque o freio muito baixo está ocasionando o afastamento dos incisivos centrais, a incisão e a frenectomia se estendem até o diastema interincisivo para que seja removida a pequena extremidade fibrosa causadora do afastamento dos dentes.

Sutura – Depois disso pode ser feito, se necessário, um ligeiro descolamento dos bordos da mucosa inserida, a seguir aproximando-se e suturando-se esse bordos com seda bem fina, usando-se uma pequena agulha curva.
Artigo publicado na:
Revista Feedback